Acredito que o tema avaliação em educação, apesar de ser muito batido ainda temos muito o que aprender,o professor deve manter um postura ética frente à avaliação. O professor deve se comportar com um orientador, levando sempre em conta que o aluno está em processo de aprendizagem e que ele precisa construir junto com ele o caminho a ser seguido e auxiliá-lo sempre que possível nesse processo. O professor deve estar em constante avaliação, ela deve se fazer presente durante todo o processo e não somente no final. A aprendizagem envolve muitos aspectos, desde os cognitivos até mesmo afetivos que influenciam diretamente na aprendizagem.O aluno também deve praticar o exercício da auto avaliação, que o ajudará a compreender o processo avaliativo.
domingo, 1 de julho de 2018
Papel da Avaliação
A avaliação assume papel reducionista quando acontece em momentos programados do ano letivo, como se fosse um episódio a parte, não fosse uma continuidade de todo o processo escolar. Sendo assim, fica reduzida a momentos pré-estabelecidos sem fazer qualquer conexão como o processo educativo. Outro ponto é levar em consideração somente aquilo que o aluno memorizou, ou seja, uma simples transmissão daquilo que decorou para o papel, sem demonstrar ter criado algo novo ou desenvolvido uma aprendizagem significativa. Também a utilização de um só instrumento de avaliação, aplicar apenas provas, empobrecendo o processo e sendo impossível ter uma visão clara sobre o quanto o aluno aprendeu. Por fim quando esta avaliação é feita como o final de uma etapa, visando classificar este aluno, sem levar em conta o caminho percorrido até ali. Sendo assim a avaliação não causa crescimento, nem aprendizagem nos alunos, pois não considera os resultados paralelos.
Muito gratificante e rica a experiência que tivemos na aula do EJA, onde cada grupo abordou de uma forma diferente o mesmo tema apresentando uma variedade de informações sobre os nossos jovens e adultos do EJA. Esses alunos são em sua grande maioria pessoas que vivem em situação bem difícil, foram excluídos da escola em algum momento de suas vidas e ainda buscam algum tipo de aprendizagem. Como os colegas colocaram muito bem nas apresentações, a escola tem que estar atenta a que tipo de conhecimentos esse aluno busca.
O professor que trabalha com EJA precisa estar atento à problemática que envolve este aluno, que traz na bagagem problemas familiares e profissionais, e desenvolva atividades que venham ao encontro de seus interesses e necessidades.É importante que o aluno da EJA seja tratado como cidadão adulto, cumpridor de seus deveres que está em busca de aprendizagens e qualificação profissional.
Segundo Marta Kohl de Oliveira, “O adulto com quem se trabalha na EJA tem um perfil distinto de outros adultos: ele é o migrante que chega às metrópoles vindo de regiões empobrecidas...”
Desde o primeiro dia que fui assistir uma aula da EJA me apaixonei imediatamente , saindo dali querendo voltar!
A postura ética do professor frente à avaliação
O professor deve se comportar com um orientador, levando sempre em conta que o aluno está em processo de aprendizagem e que ele precisa construir com seu aluno o caminho a ser seguido e auxiliá-lo sempre que possível nesse processo. O professor deve estar em constante avaliação, ela deve se fazer presente durante todo o processo e não somente no final. A aprendizagem envolve muitos aspectos, desde os cognitivos até mesmo afetivos, familiares que influenciam diretamente na aprendizagem.
domingo, 3 de junho de 2018
Centro de Interesse
Método educacional desenvolvido pelo educador belga Ovide Declory (1871-1932), que partia da idéia da globalização do ensino para romper com a rigidez dos programas escolares. Decroly elaborou a idéia de “centros de interesse” que seriam uma espécie de idéias-força em torno das quais convergem as necessidades fisiológicas, psicológicas e sociais do aluno. Para Decroly, existiriam 6 centros de interesse que poderiam substituir os planos de estudo construídos com base em disciplinas:
- a criança e a família;
- a criança e a escola;
- a criança e o mundo animal;
- a criança e o mundo vegetal;
- a criança e o mundo geográfico;
- a criança e o universo.
Foram as pesquisas em psicologia infantil de Decroly que levaram o educador à criação de um novo sistema de ensino primário, cuja finalidade seria preparar a criança para a vida. Dessa forma, concebeu a escola ideal, que deveria se situar num ambiente que tornasse possível à criança observar, diariamente, os fenômenos da natureza e as manifestações de todos os seres vivos.
http://www.educabrasil.com.br/metodo-decroly/
Inovação Pedagógica
Para haver inovação pedagógica é necessário que haja mudanças qualitativas nas práticas pedagógicas, sejam dos ambientes físicos ou virtuais de aprendizagem. Essas mudanças envolvem um posicionamento crítico diante das concepções da escola tradicional e busca a criação de contextos de aprendizagem inovadores, diferentes da escola tradicional, que insiste no modelo de se criar contextos de ensino, mantendo sempre o foco no professor e não no aprendiz.
domingo, 20 de maio de 2018
Alfabetização De Adultos um Desafio!
Na 2ª parte da Unidade 2 de EJA, o estudo da psicogênese da língua escrita foi-nos proposto a partir da leitura de um texto de Regina Hara. As reflexões, socializadas em grupos menores em fóruns no Rooda, possibilitam diferentes olhares sobre a mesma ideia e também diferentes ideias sobre o mesmo assunto: alfabetização de adultos. A autora apresenta, em seu livro, resultados de um trabalho de dois anos com educandos jovens e adultos em processo de alfabetização. Seu referencial teórico busca apoio em Paulo Freire e Emilia Ferreiro.
Na apresentação de seu trabalho, afirma que:
Uma das questões que notamos como central e que mereceu uma maior sistematização é a da metodologia da alfabetização de adultos. Normalmente levados por uma leitura mecânica da chamado método Paulo Freire, educadores de adultos têm aceitado o desafio simplista de, escolhidas determinadas palavras ligadas à realidade do educando, desenvolver processos de discussão e/ou aprendizagem que impliquem simplesmente na decodificação de tais palavras e na sua silabação visando à construção de novas palavras. Tais movimentos, além de se tornarem mecânicos (como se o processo de alfabetização fosse um processo linear de incorporação de novas sílabas ao universo de aprendizagem dos educandos), acabam não considerando a experiência acumulada por este educando e suas hipóteses a respeito de como tal processo de escolarização se realiza. (HARA, 1992)
REFERÊNCIAS:
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992.
Assinar:
Postagens (Atom)





