domingo, 3 de junho de 2018

Centro de Interesse  

Método educacional desenvolvido pelo educador belga Ovide Declory (1871-1932), que partia da idéia da globalização do ensino para romper com a rigidez dos programas escolares. Decroly elaborou a idéia de “centros de interesse” que seriam uma espécie de idéias-força em torno das quais convergem as necessidades fisiológicas, psicológicas e sociais do aluno. Para Decroly, existiriam 6 centros de interesse que poderiam substituir os planos de estudo construídos com base em disciplinas: 

  1.  a criança e a família; 
  2.  a criança e a escola; 
  3.  a criança e o mundo animal; 
  4.  a criança e o mundo vegetal; 
  5.  a criança e o mundo geográfico; 
  6.  a criança e o universo. 
Foram as pesquisas em psicologia infantil de Decroly que levaram o educador à criação de um novo sistema de ensino primário, cuja finalidade seria preparar a criança para a vida. Dessa forma, concebeu a escola ideal, que deveria se situar num ambiente que tornasse possível à criança observar, diariamente, os fenômenos da natureza e as manifestações de todos os seres vivos.

http://www.educabrasil.com.br/metodo-decroly/


Inovação Pedagógica



Para haver inovação pedagógica é necessário que haja mudanças qualitativas nas práticas pedagógicas, sejam dos ambientes físicos ou virtuais de aprendizagem. Essas mudanças envolvem um posicionamento crítico diante das concepções da escola tradicional e busca a criação de contextos de aprendizagem inovadores, diferentes da escola tradicional, que insiste no modelo de se criar contextos de ensino, mantendo sempre o foco no professor e não no aprendiz.

domingo, 20 de maio de 2018


Alfabetização De Adultos um Desafio!

Na 2ª parte da Unidade 2 de EJA, o estudo da psicogênese da língua escrita foi-nos proposto a partir da leitura de um texto de Regina Hara. As reflexões, socializadas em grupos menores em fóruns no Rooda, possibilitam diferentes olhares sobre a mesma ideia e também diferentes ideias sobre o mesmo assunto: alfabetização de adultos. A autora apresenta, em seu livro, resultados de um trabalho de dois anos com educandos jovens e adultos em processo de alfabetização. Seu referencial teórico busca apoio em Paulo Freire e Emilia Ferreiro.


Na apresentação de seu trabalho, afirma que:


Uma das questões que notamos como central e que mereceu uma maior sistematização é a da metodologia da alfabetização de adultos. Normalmente levados por uma leitura mecânica da chamado método Paulo Freire, educadores de adultos têm aceitado o desafio simplista de, escolhidas determinadas palavras ligadas à realidade do educando, desenvolver processos de discussão e/ou aprendizagem que impliquem simplesmente na decodificação de tais palavras e na sua silabação visando à construção de novas palavras. Tais movimentos, além de se tornarem mecânicos (como se o processo de alfabetização fosse um processo linear de incorporação de novas sílabas ao universo de aprendizagem dos educandos), acabam não considerando a experiência acumulada por este educando e suas hipóteses a respeito de como tal processo de escolarização se realiza. (HARA, 1992)




REFERÊNCIAS:


HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992.
Esse mês foi trabalhado em minha  escola uma feira de experimento sobre sentidos o objetivo foi interagir com a escola cada turma tinha um tema dos sentidos a minha turma ficou com a visão.Foi bem gratificante pois confeccionamos uma atividade com eles.



domingo, 22 de abril de 2018

Reflexão sobre " O Menininho"

Helen Buckley.


Apos ler o texto, me vi em vários momento  um que me chamou demais foi ontem ela explica para o seus alunos a cor de cada coisa.
Em alguns momento em sala de aula faço isso mais apos ler o texto estou tentando mudar esse jeito

Cena:
“-Esperem, vou mostrar como fazer
  E a flor era vermelha com o caule
 - Assim, disse a professora, agora vocês podem começar
O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isto... virou o papel e desenhou uma flor igual à da professora. Era vermelha com o caule verde”.

Lembrando o texto de Fernando Becker, onde a professora sequer pergunta ao aluno que cor é a flor para eles, sem ter a troca de experiencia entre professor aluno esse método de educação DIRETIVA. 
Nosasas atividades como educadora deve sempre provocar as investigação, trasnformando curiosidade em aprendizagem.

Escola de Marte....
Na aula de Didática fomos provocados a cogitar em uma escola que seria em outro planeta. Realizando nossa escola em grupo. Compreende que para organização de uma escola neste planeta. é necessário aprender as necessidades e as decisões desse planeta, então vamos conversar.Desse modo seu comportamento dentro da atuação inclusiva em qualquer lugar o desenvolvimento sejam presentes para a construção desta escola  que ali se determinará.Os princípios estruturantes da escola, onde nosso grupo  ajudara a desenvolver parte de uma nova pratica que acate as necessidades que proporcione novas aprendizagem possibilitando a colaboração recíproca.

Então nossa escola ficou assim... 

Sobre Tecnologia na Educação 

È inquestionável que o andamento das novas tecnologias,compreender tão facilmente pelos nossos alunos exige uma educação igualmente capaz de estimular o interesse deles pela aprendizagem, por novos conhecimentos e técnicas. Interesse que precisará ser mantido ao longo da vida profissional, que certamente estará cada vez mais sujeita ao impacto de novas tecnologias. Por isso, há necessidade de pensar e de revolucionar a escola sobre bases totalmente novas. Repensar de que maneira é possível apropriar-se socialmente das novas tecnologias , incorporando as constantes mudanças.Essa nova escola deve trabalhar com uma multiplicidade de visões de mundo. Ela tem que exercitar a imaginação no lugar da razão. Devemos formar um ser humano criativo, que produza novas ideias, e não um ser humano passivo, mecanizado, que só absorve a informação sem gerar o conhecimento. As instituições educacionais precisam atualizar o modelo de ensino-aprendizagem a fim de atender às demandas dos estudantes. Mas o simples uso das ferramentas tecnológicas de nada adiantará. Elas podem sim potencializar a educação, mas somente se a escola estiver envolvida em um processo de atualização da metodologia de ensino. 

Sabendo que muitas escola essas Tecnologias ainda esta tão longe e como isso dificulta o processo.Em minha escola existem 2 tv, 2 dvd, e uma caixa de som